Estima-se
que hoje no Brasil existam 33,9 milhões de pessoas que não possuem
moradia. É por meio de programas habitacionais dos governos federal e
estadual, em conjunto com as Prefeituras, que essas pessoas conseguem
adquirir suas casas, pois muitos desses convênios são implantados nos
municípios devido à parceria e intermédio do poder Executivo, que
contribuí com a doação de áreas, desoneração tributária, além de
recursos municipais, por meio de contrapartida financeira na construção
das unidades habitacionais.
Itapetininga é um
dos municípios contemplados com diversos destes programas
habitacionais, onde muitas famílias conseguem realizar o sonho de
conquistar suas casas próprias.
Temos como
exemplo o primeiro “Minha Casa, Minha Vida” da região, com o loteamento
Gramado I, constituído de 359 casas, localizadas no Bairro do
Taboãozinho.
Previstas para serem concluídas
no mês de dezembro, as obras do conjunto Gramado I estão avançadas.
Conforme a empresa responsável pela construção, 46% das obras já foram
executadas e no momento estão sendo realizadas concretagem da laje,
colocação de portas e janelas, introdução de revestimento demarcação de
ruas.
As novas moradias contarão com sala,
cozinha, banheiro, dois quartos e área externa com tanque, num
investimento de R$15.078.000,00, valor que inclui as despesas de
legalização dos imóveis.
Em Itapetininga, o
Programa “Minha Casa, Minha Vida” atende àquelas famílias com renda até
10 salários mínimos, que não possuem casa própria, com financiamento de
moradia, por meio do mercado formal, e as famílias que compõem renda
familiar de até três salários mínimos, por meio de programas
estabelecidos pelo poder público,
Na
última semana, devido à parceria com a Prefeitura de Itapetininga, foi
possível a entrega de 148 casas para a população itapetiningana, sendo
que 19 unidades foram construídas no Jardim Camilo, por meio do Plano
de Aceleração do Crescimento (PAC), com recursos do Fundo Nacional de
Habitação de Interesse Social e 129 unidades habitacionais no Jardim
Santa Inês, pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR), ambos com
recursos do Governo Federal.